25/04/2018

Atividades físicas em locais públicos são boa opção, mas exigem cuidados

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Caminhar, correr, jogar futebol, praticar yoga ou mesmo brincadeiras são opções que podem ser praticadas no horário de lazer em espaços abertos, ao ar livre, e que vão conferir mais saúde e qualidade de vida ao seu praticante. Mas alguns cuidados são importantes na hora de escolher o melhor local, atividade e até o horário.

“A atividade física pode ser feita no deslocamento ativo para o trabalho ou escola; nas atividades domésticas, no próprio trabalho e no lazer. Então, pelo menos em um desses domínios a atividade física deve estar presente”, explica a consultora técnica do Ministério da Saúde, Danielle Cruz, que destaca que as “atividades ao ar livre, em ambientes longe de poluição do ar e sonora, são as ideais”.

“Deve-se buscar locais com quadras, grama, pistas de caminhada ou corrida, faixa de ciclismo, bastante área livre para ser adaptada ao esporte ou atividade proposta. Mas, na ausência ou depredação destes espaços é importante organizar junto ao poder público a construção ou requalificação dos mesmos”, recomenda Danielle. “Não é recomendável usar acostamento de rodovias para a prática de caminhada ou corridas”, afirma.

Academia a céu aberto
Os primos Eduardo e André escolheram o Taguapark, em Taguatinga, Distrito Federal, para praticar a calistenia (tipo de treinamento com exercícios que utilizam somente o peso corporal) e manter a forma. A opção foi pela proximidade e também pela qualidade e conservação dos equipamentos, além da qualidade extra pela convivência mais democrática e o ar puro ao se trabalhar a céu aberto.

Eduardo Fernandes tem 21 anos, é estudante de Educação Física e busca a prática no parque por conta do ambiente. “Vi o parque perto da casa do meu primo e resolvi vir treinar com ele. Então, tem a proximidade, a conservação dos equipamentos, que é boa, a área verde, o ar puro, esse tipo de coisa que levo em conta por já viver em apartamento, em que a gente fica fechado”, explica.

“Aqui também é sem pressão, com pouco barulho e não é preciso revezar os equipamentos, como no horário de pico das academias. Além do que é sem custos e os ganhos são quase os mesmos”, complementa Eduardo. André Fonseca, com 24 anos, estuda Estatística e sempre vai ao parque com os amigos. “Aqui, é gratuito e os amigos se reúnem para treinar todo mundo junto. Aqui, é mais social e sociável”, afirma.

Já João Paulo da Silva Freitas, estudante de engenharia de 18 anos, lembra alguns cuidados que toma ao ir praticar atividade física no parque. “O parque é bonito, tem gente conhecida, mas é preciso estar atento a conservação dos equipamentos, que não são conservados com tanta frequência. Outro ponto é a segurança. À noite, é preciso vir acompanhado e estar bem atento”, reforça.

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